Rss Feed

08/05/10 = História de um passeio muito louco!

  Hoje (na verdade ontem), alguns jovens resolveram ir à uma Feira de Profissões, no Colégio Dante Alighieri. Como alguns devem saber, o Dante está próximo da Av. Paulista. Eu (Alê), Cintya, Barbara, Alan e Jefferson, resolvemos ir sozinhos, pois o ônibus da escola sairia as 11hrs, e alguns de nós não poderia ir antes do meio dia.
   Alê (eu), cheguei ao terminal Campo Limpo (onde iríamos nos encontrar), cerca de 2 minutos antes das 12hrs. O Alan, chegou cerca de 3 a 5 minutos depois. Esperamos mais um tempo, até o Jefferson e a Cintya chegarem... Iríamos nos encontrar com a Barbara no meio do caminho, porque ela estava saindo do curso e atrasaria muito caso voltasse para o Terminal Campo Limpo.
   Ligamos para a Bárbara e passamos o número da placa e o número do ônibus, para ela pegar o mesmo que estávamos. Cerca de 10 minutos depois de sair do Terminal a Barbara entra no ônibus. 
Fomos até a Paulista normalmente (tirando o fato d'eu ter saido de casa sem comer e comecei a passar mal no onibus, mas foi só enquanto ele estava andando), descemos em frente ao Masp e fomos andando até a Alameda Jaú, onde estava o Colégio Dante Alighieri.
   Chegamos por volta de das 13:30 e logo fomos para a sala onde estavam os diversos cursos da USP. Nós pretendemos fazer Engenharia de Computação, Engenharia Ambiental e Engenharia Civil. Logo conhecemos um estudante da Poli muito legal (Alessandro), ele nos contou como funcionava a Poli e nos explicou sobre várias outras coisas. Tiramos todas as nossas dúvidas com relação ao curso que queríamos. 
   Creio que ficamos mais de 1 hora conversando com o Alessandro (ele falava de mais, estava de ressaca, mas ele é muito legal), logo depois descemos a um pátio onde vários colegas que vieram com a escola estavam. Eu estava a ponto de desmaiar de fome, então fui logo procurar um lugar onde comprar algo para comer. 
   Passei quase meia hora na fila para poder comprar alguma coisa. Finalmente consegui comer e poderíamos então continuar nosso 'passeio' pelo colégio. Visitamos vários Stands de várias universidades. Algumas delas: Belas Artes, São Judas, Metodista, AIBS, Senac, PUC-SP, USP, FEI, Anhembi Murumbi, Unicamp e UNICID. 
   Vimos vários cursos e adoramos bastante. Mas até ai nosso dia estava bom. Por volta das 16:30 o onibus da escola estava voltando e a nossa coordenadora pedagógica perguntou se queríamos voltar no ônibus da escola, afinal ainda sobravam lugares. Resolvemos por ir mais tarde, pois tínhamos chegado tarde já. 
   O problema era que todas as salas estavam começando a se fechar, pois às 17hrs acabava o evento. Por volta das 17hrs saímos do Dante e fomos em direção da Paulista para pegar um ônibus. Assim que saímos começou a chover forte, e nosso grupo agora era formado por quatro pessoas.
   A cena na rua era a seguinte: Uma Cintya com uma blusa maior do que ela, com capuz protegendo o cabelo. Uma Alê tentando se 'esconder' da chuva inutilmente. Um Alan com uma capa de chuva, reclamando falando que estava usando um 'saco de lixo'. E uma Barbara morrendo de rir do Alan e tentando não se molhar muito.
  Quando finalmente chegamos na Paulista, parecia que a chuva havia piorado, então resolvemos ir de metro.  Fizemos umas 5 ou 6 baldeações, até chegar na linha lilás, da qual ficaríamos perto de casa.
   A Cyntia desceu na Estação Morumbi, pois iria para o Shopping Market Place. Então restaram, Alê, Alan e Barbara. Descemos 2 ou 3 estações depois. Na estação Campo Limpo. Foi ali que começaram nossos problemas.
   Estava chovendo, então liguei para meu pai, para que fosse me buscar no metro. Iríamos passar em frente a casa de meus amigos e tudo estaria perfeito, antes das 20:30 estaríamos todos em casa.
  Meu pai, foi me buscar no TERMINAL Campo Limpo, não no metro. Obviamente que começou a demorar e liguei para casa novamente. Deixei um recado com meu irmão (meu pai não anda com celular). Depois meu pai ligou para casa, e meu irmão deu o recado. Mas meu pai continuava demorando, liguei novamente para casa, minha mãe mandou ir para frente do Shopping    Campo Limpo, pois ela havia mandado meu pai ir me buscar lá.
   Ficamos esperando meu pai até umas 21:50, quando ele finalmente nos encontrou (DETALHE: chegamos na estação por volta de 19:50). Quando nos encontra meu pai avisa que ficou nos procurando DENTRO da estação, sendo que já estávamos na frente do Shopping a muito tempo.
   Parecia então que estávamos bem, em vinte minutos estaríamos em casa, porém, o carro não ligava. Tivemos que sair empurrando o carro, para ver se ele pegava no 'tranco'. Não funcionou. Tentamos várias vezes. Eu, Alan, Barbara e meu pai empurrávamos o carro, de um lado para o outro, e nada.
   Depois de quase meia hora tentando fazer o carro pegar. Um grupo de Emos foi nos ajudar a empurrar o carro. Ouvíamos os seguintes comentários dos quatro rapazes: "Vamo lá ajudá o cara meu. As mina tão impurrando o carro!", "Somos cavalheiros! Vamos empurrar!".  
   Eles tentaram algumas vezes, mas o carro não pegava. Voltei falando para os rapazes "Tá tenso o negócio. Só um guincho tira ele daqui!". Mas a resposta de um dos rapazes foi: "Mas vamos tentar até ele pegar! Somos brasileiros pô, Não desistimos nunca!" Começamos a cair na gargalhada... Eles tentaram mais algumas vezes, mas chegaram a conclusão de que apenas um guincho tiraria o carro dali.
   O Alan estava falando com a tia, a madrinha e a mãe, para ver se encontrávamos o número de algum guincho. Estava começando a ficar tarde, então o Alan e a Barbara foram embora (acho que a tia ou a madrinha do Alan ia buscar os dois). Eles foram, ficaram apenas eu e meu pai empurrando o carro.
   Pouco tempo depois chegou um cristão que tinha uma oficina próximo de onde estávamos. Ele  guinchou o carro até a oficina e ficamos por cerca de 1h esperando ele arrumar o carro. finalmente o carro ficou 'andável'  e fomos para casa. Mas precisaríamos, atravessar um morro, e o carro não aguentaria... Meu pai foi por uma via alternativa. Conseguimos atravessar o morro com dificuldade. E então estávamos em casa logo logo. Mas já eram cerca de 11:45.

------------------------------------------------------------

DETALHES: Eu estava com vontade de mijar na Paulista (5 horas da tarde), tive que esperar até poder ir no banheiro do mecânico (cerca de 10:40)...

A bárbara: "Nossa que dahora mano! Sempre quis empurrar um carro, mas meu pai nunca deixou!" sgauSGYUAsygu

A Cintya foi pro Shopping, comeu e chegou antes de nós. xP

Ainda no Dante, a Cintya enchendo o saco do tiozinho pedindo uma garrafinha.

Quando vimos os rapazes vindo na nossa direção pensamos: "Poutss... Olhas os marginais agora... Dê adeus aos celulares"... Mas eles eram muito firmeza e rimos pra caramba.

A minha calça, a da Barbara e a do Alan estavam caindo.. então corríamos empurrando o carro e tínhamos que parar para levantar as calças. 

Nosso primeiro erro: Ter ido de Metro.
Nosso segundo erro: ter descido na estação Campo Limpo e não no Capão Redondo.
Nosso terceiro erro: Ter chamado MEU pai pra ir nos buscar em vez de irmos sozinhos para casa.

Um Dia Depois de Amanhã, ótimo!

Esta semana assisti um filme do qual achei muito interessante, e acho legal que venha publicar minha opinião sobre ele. Um Dia Depois de amanhã nos mostra uma possível mudança no mundo, e nos faz pensar em como agiríamos caso isso um dia venha acontecer.
Depois de assistir Um Dia Depois de Amanhã, pude pensar em algumas coisas, das quais talvez não tenha percebido, ou até mesmo nunca pensado. Como é que o mundo ficaria se a 'nova era glacial' se repetisse? Obviamente teve um roteiro por trás do filme, mas os acontecimentos climáticos tem sim uma base científica e verdadeira.

Outra coisa que me fez pensar assistindo Um dia Depois de Amanhã, foi o fato de como as coisas andam de forma 'engraçada'. Sim, pois o Sam (Jake Gyllenhaal) só estava em NY porque entrou num grupo da escola. O motivo foi simplesmente o fato de Laura (Emmy Rossum) estar participando do grupo. Sam gostava de Laura e foi simplesmente o que levou a NY. Mas e se ele não tivesse entrado para o grupo de Decatlon Acadêmico (acho que é esse o nome), Laura iria para NY, mas será que ela teria sobrevivido sem a ajuda e informações de Sam? Sim, porque Sam a salvou quando uma onda gigante estava prestes a matá-la. E foi ele também que arriscara sua vida para procurar um remédio para ela.

Com estas cenas, e com toda a trama, pude ver que por mais que pareça impossível e impensável, temos mania de querer proteger e estar perto de quem amamos. Talvez tenha sido nesse filme (ou quando li Harry Potter pela primeira vez), que percebi que por algumas pessoas eu seria capaz de fazer o mesmo ou até mesmo mais. Afinal, você se arriscaria ao máximo por uma pessoa que você realmente amasse. Ilusão? Ninguém faria isso? Experimente então amar uma pessoa com todas suas forças, e veja ela a ponto de levar um tiro? (provavelmente você se colocaria na frente) Ou imagine que você tem que escolher entre viver ou deixar esta pessoa viver? (provavelmente você escolheria a pessoa amada). 

Foi pensando exatamente nisso que resolvi postar aqui! Aliás, o Sasmyra's Life estava quase criando teias de aranha. Sem contar que vale a pena compartilhar nossa opinião com milhares de pessoas ao mesmo tempo.

2010, ano de decisões.

Bom, a poucos dias completei 16 anos. Todos sabem que aos 16 anos podemos votar. Como qualquer adolescente da minha idade (e em ano de eleição) ficamos pensando se iremos decidir votar ou não. Passei boa parte deste ano pensando: "Voto esse ano? Ou só daqui a dois anos?"

Depois de muito pensar resolvi finalmente por não votar este ano. Motivos? Primeiro, terei trabalho para tirar o titulo de eleitor. Segundo, simplesmente odeio o fato de termos políticos corruptos em nosso país. Simplesmente eu me odiaria (ou ao menos ficaria com a consciência pesada) se votasse num candidato 'X', e algum tempo depois de eleito surgisse uma notícia, da qual ele era acusado de um crime qualquer.

Como você se sentiria? Enfim, é exatamente por este motivo que eu decidi por não votar. Ahh, mas e daqui a dois anos? Quando você vai ser obrigada a votar? Sim... Vou ter que decidir em quem votar, ou simplesmente não votar, afinal existem maneiras de não votar votando.

Claro que esta é minha opinião e realmente não aconselho ninguém a fazer o mesmo. Afinal, precisamos de pessoas para decidir o futuro do nosso país, entretanto, prefiro ficar de fora e ver o que acontece. Ao menos assim não ficarei com a consciência pesada toda vez que ver um político corrupto na TV.